quarta-feira, 26 de maio de 2010

SEMINÁRIO 1

            O textos "Uma História de Leitura" de Alberto Manguel e "Escrever sobre Escrever" de Claudia Amigo Pino, se refere a vários episódios da leitura e da escrita, começando pelos  primeiros vestigios da pré-história em forma de desenho como forma de memórias (comunicação). Depois aborda o desenvolvimento  da escrita para facilitar o comércio, descreve como isso era feito em forma de registro em tabuletas de argila. Ao passar dos anos,  foi aos poucos  foram desenvolvendo a forma de leitura e escrita simultâneamente.




          O autor se refere a várias abordagens no conceito da história da leitura, começa pelos primeiros vestígios da era pré-histótica, em forma de desenhos, pinturas na cavernas como forma de registro (memórias). Depois  desenvolve a descoberta dos cálculos onde facilitavam o comércio, como isso era feito em forma de registro em tabuletas de argila, para que se pudesse registrar quantidades bens vendidos ou comprados, e com isso começou-se a desenvolver a escrita.Necessitando de transmitir idéias de comunicação.
         A apartir de então, começou a desenvolver a escrita em forma pictogramas (representações simbólica de objeto). Havia pessoas especializadas em decifrá-los, surgiram os escritas,  que estudavam para exercer essa atividade, a escrita . Com os textos escritos, surgiu o "ato de ler".
        Ao longo do tempo, a escrita evoluiu. O pictograma deu lugar sinaís auxiliares que representasse sons, onde possibilitou o surgimento da escrita "cuneiforme" (escrita fonética e gramatical)  que possibilitou haver uma compreensão melhor do texto escrito.  E com isso, ao longo dos anos foi desenvolvido o alfabeto que é usado até os dias de hoje.
        Com o surgimento da imprensa possibilitou uma quantidade maior de textos escritos facilitando a acesso a todos a leitura, foi um grande avanço na época, mas ainda existia uma certa resistência pelo escrita impressa ainda se mantendo alguns textos manuscritos (principalmente impressos pessoais privados).
        No Brasil colonia havia restrição de livros , Portugal impedia o desenvolvimentoda imprensa  em virtude da censura imposta pela Inquisição. Houve muita restrição principalmente no periodo da Inconfidência Mineira.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O LIVROS NA IDADE MÉDIA , por Jaques Verger

        Esta aqui uma breve contexto da história do livro na Idade Média, como seria suas conquista e descobertas, como se desenvolveu as bibliotecas e quem tinha acesso a eles. Acredita-se  que somente quem obtinha essas bibliotecas era uma nobre castra do saber . Uma abordagem subjetiva de como se iniciou a passagem do papel em pergaminho  para o uso do papel tradicional hoje usado e tambem o inicio da do manuscrito impresso que transformou completamente o seio da sociedade.





           Na idade média o acesso aos livros eram muito dificil  porque eles custavam caros, eram feitos de pergaminhos de peles e seus material era oneroso,com isso surgiram os copistas, artesões profissionais que se deniminavam "escribas".Eles eram pucos e caros, para que o custo do livro se tornasse melhor surgiram então copistas amadores que produziam as cópias em qualidades inferiores mas em contrapartidas em preços melhores. Com isso existiu o surgimento do papel "Chiffon"o custo desse material seria bem menor permitindo a extensão do livro feito por artesões para livro impresso.
     Existia tambem o valor simbólico, feitos por homens de saber , que se preoculpava com a qualidade o papel, pois eles tinha um sentimento dos livros quase como um entesouramento, e gostariam de passar para suas decêndencia, então eles possuiam uma biblioteca particulares com poucos livros.
     Existiam três tipos de bibliotecas: as princepescas, freqüentada pelos príncipes, e dos pontíficios, familiares dos soberanos e conselheiros políticos. As  catedrais, mosteiros e de conventos, frequêntada por cônegos e frades. E tambem as bibliotecas mais modernas, que pertenciam aos colégios e universidades. Mas mesmo assim não aberto para o pùblico em geral existia uma certa resistência de seus proprietários.
     O que começou a mudar foi a invensão da tipografia e imprensa,  que foi uma das revoluções técnicas mais importante da história da humanidade, pois facilitou a demanda de livros com rapidez, quantidade e circulação de informações de todo o tipo. O público cultural se expandiu , mas antes de 1500, não se percebeu modificações nas proporções das bibliotecas.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Cartas a um jovem escritor e suas respostas, de Fernando Sabino

Fernando Sabino, deseja ser escritor, mas não tinha certeza de seu talento. Então decidiu enviar pelo correio um livro que escreveu para Mário de Andrade, escritor ao qual ele tinha grande admiração.
Para sua surpresa ele recebeu a resposta, e logo houve inúmeras correspôndencia ao qual os dois trocavam. Mário de Andrade o ajudou a compreender o sentido a escrita, e seus sentimentos expressos nele, e nisso se formou uma grandre amizade, que se estendeu até a morte de Mário.
Mário de Andrade enfatiza que o escritor ...´´ o que é preciso ter coragem``. Ele explica que no começo pode se preoculpar com a beleza e estéticada obra, que isso tambem pode ser feita durante a criação dela , o importante é o trabalho crítico no total. Explica tambem que o artista deve estar entregue ao pensamento do seu assunto, tomar notas da frases, traços psicológicos, de formas contextuais, de idéias , e vai se predispondo ao ato de criação.
´´E de modo algum o autor deve ter pressa , é preciso saber esperar``. Ele diz que trata de um trabalho, como outro qualquer, você vai escrevendo, trabalhando , constantemente, depois vai eliminando o que foi escrito inutilmente, derepente a obra está pronta . Isso somente ocorre quando o autor escreve muito , treina bastante, e somente com esse exercício é que alguem consegue o domínio da escrita. Adorei.

terça-feira, 13 de abril de 2010

LEITURA, de Graciliano Ramos

Quando  o autor trabalhava com seu pai abrindo caixa em sua loja, ouve um enteresse de tentar entender o que estava escrito em um folheto que recebia, então seu pai percebendo isso  resolveu tentar ensiná-lo a ler. Ele queria que seu filho fosse igual a duas pessoas ilustres que ele conhecia, um padre e o outro um advogado, que eram letrados. Mas seu pai não tinha paciência em ensinar.
Qunado tentava ensiná-lo a ler perdia a paciência e usava o "côvado", uma forma de palmatória para ele não ter preguiça de aprender. E depois de ensinar aos gritos e usar várias vezes o côvado, machucando-le as mãos, desistiu. O nosso autor de certa forma alfabetizou-se sozinho e tambem com a ajuda da irmã , que se chamava Mocinha. Ele dizia que sozinho não se embaraçava , mas na presença do pai ele ficava mudo de medo pois sabia da represária se fizesse algo de errado.
O autor explica a vontade de se aprender a ler, com ou sem incentivo, no caso dele havia incentivo mas na base da tortura , pois o pai queria ensiná-lo do jeito dele. Com isso por ser tão difícil a sua forma de aprendizado que ele se enteressou cada vez mais pelo hábito de leitura, aprendendo cada vez mais e se tornando esse grande escritor, quer dizer que a inspiração foi cultivada ele não nasceu com ela, como vários escritor insiste em afirmar.
Lembrei da minha infânçia que meu maior prazer era ir para escola pois lá eu aprendia e interagia com os amigos, foi quase que natural, não tinha incentivo em casa há não ser meu pai que ficava muito feliz  pelo meu interesse pela escola, minha mãe não ligava dizia que era minha obrigação aprender, não lembro de muito carinho somente de obrigações. Hoje ela é diferente, aprendeu com a vida, voltou para escola aos 55 anos e terminou seus estudos. Penso diferente, incentivo meus filhos a leitura todos eles gostam muito, existe muitos livros em casa, os amigos dos meus filhos acham engraçado ele, as vezes, não irem brincar por estarem lendo, mas ha opção é sempre deles.  Acho importante a sociabização entre as crianças, mas  acredito que isso acabe refletindo até mesmos nos amigos que acabam lendo com eles também.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Memórias de Livros, João Ubaldo Ribeiro

O autor conta de moravam com sua familia em Aracajú nas decadas de 40 e 50, era  uma família bem consituada e impôrtante na cidade, ele alega que viviam muito bem, moravam em um casarão enorme pois possuiam muitas posses financeiras, mas nada era mais impôrtante que os livros. A familia inteira era leitores convictos, liam todo tipo de cultura , ciência, direito, história, até mesmo , ciência oculta mas somente os adultos podiam ler.
O nosso autor começou a ler cedo, mesmo o pai tendo que levá-lo a uma professora  alfabetizadora para que ele aprendesse mais rápido. Logo que aprendeu o pai já aparecera com vários livros infantis para ele. Tinha até que ler o dicionário, o pai só não gostava que lesse cultura inútil, tipos de revistas e livros vendido em jornaleiro, mas quando ele ia passar as férias com sua avó , ela que também era leitora convicta, levava ele até o jornaleiro e comprava tudo o que ele queria ler e deixava ele lendo comendo bolachinhas, deitado o dia inteiro suas férias eram verdadeiros sonhos.
O autor disse também que teve uma infância saudável, brincou, correu , subiu em árvore, fez tudo que um moleque saudavem pudesse fazer, mas que lembra com saudade dos cheiros dos livros do casarão que morava e com tudo essas lembranças facilitou para que se tornasse um grande escritor.
Os exemplos familiares, mesmo com uma certa imposição para a leitura, fez com que nosso herói se tornasse o que ele é determinando o autor literário importante, com suas obras em nossa atualidade.

DNA Literário, Kelly de Souza

A escritora se refere do interesse pela leitura, sita como exemplo a um menino que via a mãe escrever verso no avental, e o pai conversar com uma árvore, o interesse constante pela leitura e pela escrita , pelo mundo literário. Explica-se o DNA de familia pois se a criança que observa a familia capta o que deles tem de melhor, ou seja seu valor cultural, isso acontece quando percebemos uma entrevista á um  um filho de artista famoso ( ator, autor, músico,atc...), logo vem a pergunta se seguirá os passos dos pais , determinando ao filho uma certa responsabilidade em ingressar na carreira artistica, como se fosse inevitável.    
Ela está contando sobre Fabricio Carpinejar, que foi se certa forma preparado para ser escritor pelos pais , o pai pertence a (ABL), Academinia Brasileira de Letras, então para ele a opinião do pai seria muito importante. Mas  se perguntam a ele se sente que está preparado para ser considerado escritor, mesmo com todo o preparo, ele ainda acha que precisa mais,  agora como pai ele deixa seu filhos a vontade para decidir, mas sua filha já se enteressa em escrever musicas. Ele acredita  nos exemplos literários familiares.
Existe exemplo de outros autores, pais e filhos , autores casados, netos de autores e todos dizem que existem uma semelhança ereditária sim, mas que cada com seu estilo. E que cada um respeita a espaço do outro, exemplo Luiz Alfredo, e sua esposa , cada um escreve de um jeito, ela em casa e ele no escritório e nenhum critica o estilo do outro, mas não impede de se fazer um comentário, positivo a respeito de seus trabalhos .
Considero isso respeito mutuo do trabalho de escritor , respeitando suas ideologias e formas, tendo uma formação literária ou não. Eu particularmente não tive essa formação, mas sempre me entessei pela leitura, agora encentivo meus filhos e por eles mesmo hà o enteresse, fico orgulhosa.
       Acredito que há uma grande importância na formação literária, o incentivo a leitura e a escrita desde que a criança é alfabetizada para que haja um interesse desde pequeno, para não haver dificuldade em sua formação, que seja plantado o interesse pela cultura literária.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Biografia de Edgar Allan Poe

Nascido na em Boston, educado na Virginia a na Inglaterra, aos 15 anos se tornou escritor, ele escreveu palavras em memória de uma amiga "A Requiem for a mais bela morta que nunca morreu tão jovem".  Já tão jovem ele se enterresava por contos referênte a morte. Casou-se jovem por interesse, considerando uma fonte de renda, ou seja , sem convicções morais. Se tornou editor e coladorar e começou a escrever contos considerados macabros para a epóca, que foi muito bem aceito. Escreveu "o poço e o pêndulo", "Assassinatos na rua morgue" e " A queda da casa de Usher" , escreveu alguns poemas, que foram a sua ascensão á fama.
Mas com a morte da esposa, ele se entregou a depressão e o alcoolismo, foi morrendo aos poucos e aos 40 anos em 1849 , faleceu. Havia um trecho de um texto que li dizendo..."Edgar Allan Poe permanece até hoje um dos escritores de misterios mais-amado na historia",  obras não substimadas.
Acredito que na época as pessoas  não valorizavam  tanto o seu trabalho como hoje, ele se tornou um  marco para tantos escritores, pois ele imprecionava pela precisão de seus contos, se tornando referencia  principalmente para aqueles que seguem essa linha de contos de místerios.

O Corvo , de Eddar Allan Poe

O texto se refere a tristeza de uma noite de ventania , que com o ensurdecer dos ventos de uma tempestades, faz com que se alimente os medos internos, e faz com que se escute sons, vozes e barulhos. Eu tambem sentiria isso se estivesse em algum lugar isolado, com o medo da noite.
Derepente com o som mais constante do vento, achando o autor que era só vento e nada mais, que para sua surpresa, ao abrir a janela entra um ´´CORVO``e pousa em seus umbrais, (peças verticais que sustentam as vigas da janela). O autor considera a ave de mau agouro, que incomum de aparecer dentro de casa, então ele tenta espantá-la, pedindo ajuda a Deus, e aos anjos, profetas... era nítido que estava com medo , da tempestado e da invasão de uma ave agoureira, que há chamou de ´´NUNCA MAIS´´.
Se colocando na situação do autor qualquer pessoa que estivesse em um lugar afastado a noite com o prenúncio de uma tempestade, escutando um som constante de bater na janela, e abrisse ,logo em seguinda entrasse um ave agoureira (folclóre), um corvo e ficasse debrussado em sua janela, qualquer um pediria ajuda para a Deus , para se livrar daquilo e parar de sentir tanto medo. Pois o medo é o desiquilibrio, o não raciocinar, a falta de controle total de nossas faculdades emocionais, temos que sempre lutar contra ela (medo) para ter o mínimo de autocontrole.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Escrever, de Raquel de Queiroz

Eu entendo quando a autora discorda ao dizer que quando a pessoa escreve excepcionalmente, para muitos, é considerado um escritor. Um espécie de dom para a pessoa  que nasceu para escrever e quem gosta de escrever mas não consegue, sem  a tal inspiração, pode-se considerar derrotado.
  A autora acredita que quando os pais são simples intelectualmente a comparação do filho como um bom escritor é incentivada , mas quando os pais são de um nível cultural maior, ou seja mais letrado, o nível de exirgência aumenta muito para o  filho ser considerado  um bom escritor, ele têm que a todo o tempo provar sua capacidade e provar suas coerência no texto escrito.
 Os pais devem incentivar a leitura  dos filhos desde cedo e saber a opinião de todos em casa a respeito do texto lido, ou seja, a criança têm mais liberdade de expor suas idéias, e ir treinando com supervisão de um professor a sua escrita, o seu contexto, suas idéias . Ela diz também que para escrever tem que haver dom, não concordo por partes, existêm pessoas que tem o dom e não gosta, mas existe pessoas que gosta demais e não sabe trabalhar com as palavras. Ela diz também que oradores nem sempre são bons escritores, concordo, hoje eu tenho muito mais facilidade para escrever,  mesmo com o famoso ´´ erros de concordâncias e acentuação`` , do que falar em público. Todas as pessoas deveriam escrever e falar em público como uma forma de treino, porque em algum momento em sua vida acabará tendo que usar.

Entrevista com João Cabral

                 Nessa entrevita , o autor João Cabral, defende a idéia de que não precisa apenas de inspiração para que se possa escrever, um texto um poema, qualquer obra. De uma certa forma precisa mesmo é de prática.
                Como já foi dito, o autor não valoriza a inspiração e nem o dom, ele defende que todos irão ler da mesma maneira e cada qual interpretar o texto do seu jeito. Ele espera que sua obra seja lida o mais racional possivel, mas nem sempre é isso que acontece, o leitor lê , compreende e assimila. Por isso existem livrros que precisam ser lidos  várias vezes para que sejam melhor compreendido, existem pessoas que assimilam rápido outras não. Esta dificuldade  de compreensão as  vezes do texto escrita, para o autor, seria  a falta de hábito de leitura, depende muito de como o texto é lido e absorvido.
                 Eu me enquadro na pouca assimilação, depedendo muito do texto escrito. Acredito que ter um hábito saudável de leitura ajuda muito. Não acho que sou uma leitora padrão, ou seja, nem muito e nem pouco interessada. Apenas leio o que gosto e nem sempre isso ajuda.

Catar Feijão , de João Cabral Melo

Catar feijão, um momento em que a mente flutua igualmente ao boiar de feijões, muitas coisas passam pela mente , muitos planos, muitas tristezas, alguns projetos, algumas probabilidades.... Mas de repente , voltamos para a realidade dos fatos, então eu concordo com jogar os grãos na agua para alguidar ( vaso de barro em forma de tronco de cone invertido para o uso domestico) , ou seja as palavras são sempre jogadas de forma a flutuar, e compreendida como forma de interesse, depedendo sempre de quem as querem absorver.
Gostei do texto , me vi um pouco nele, o jogar os feijões na agua é mesmo que jogar uma ideia , que nem sempre é compreendida, muitas vezes é mal compreendida , grãos imastigaveis ou indigesto até quase quebrar o dente, ou seja , não havendo aceitação, mas no final açula a atenção, é mesmo que numa leitura sem interesse acaba tento uma boa absorção.