O textos "Uma História de Leitura" de Alberto Manguel e "Escrever sobre Escrever" de Claudia Amigo Pino, se refere a vários episódios da leitura e da escrita, começando pelos primeiros vestigios da pré-história em forma de desenho como forma de memórias (comunicação). Depois aborda o desenvolvimento da escrita para facilitar o comércio, descreve como isso era feito em forma de registro em tabuletas de argila. Ao passar dos anos, foi aos poucos foram desenvolvendo a forma de leitura e escrita simultâneamente.
O autor se refere a várias abordagens no conceito da história da leitura, começa pelos primeiros vestígios da era pré-histótica, em forma de desenhos, pinturas na cavernas como forma de registro (memórias). Depois desenvolve a descoberta dos cálculos onde facilitavam o comércio, como isso era feito em forma de registro em tabuletas de argila, para que se pudesse registrar quantidades bens vendidos ou comprados, e com isso começou-se a desenvolver a escrita.Necessitando de transmitir idéias de comunicação.
A apartir de então, começou a desenvolver a escrita em forma pictogramas (representações simbólica de objeto). Havia pessoas especializadas em decifrá-los, surgiram os escritas, que estudavam para exercer essa atividade, a escrita . Com os textos escritos, surgiu o "ato de ler".
Ao longo do tempo, a escrita evoluiu. O pictograma deu lugar sinaís auxiliares que representasse sons, onde possibilitou o surgimento da escrita "cuneiforme" (escrita fonética e gramatical) que possibilitou haver uma compreensão melhor do texto escrito. E com isso, ao longo dos anos foi desenvolvido o alfabeto que é usado até os dias de hoje.
Com o surgimento da imprensa possibilitou uma quantidade maior de textos escritos facilitando a acesso a todos a leitura, foi um grande avanço na época, mas ainda existia uma certa resistência pelo escrita impressa ainda se mantendo alguns textos manuscritos (principalmente impressos pessoais privados).
No Brasil colonia havia restrição de livros , Portugal impedia o desenvolvimentoda imprensa em virtude da censura imposta pela Inquisição. Houve muita restrição principalmente no periodo da Inconfidência Mineira.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
O LIVROS NA IDADE MÉDIA , por Jaques Verger
Esta aqui uma breve contexto da história do livro na Idade Média, como seria suas conquista e descobertas, como se desenvolveu as bibliotecas e quem tinha acesso a eles. Acredita-se que somente quem obtinha essas bibliotecas era uma nobre castra do saber . Uma abordagem subjetiva de como se iniciou a passagem do papel em pergaminho para o uso do papel tradicional hoje usado e tambem o inicio da do manuscrito impresso que transformou completamente o seio da sociedade.
Na idade média o acesso aos livros eram muito dificil porque eles custavam caros, eram feitos de pergaminhos de peles e seus material era oneroso,com isso surgiram os copistas, artesões profissionais que se deniminavam "escribas".Eles eram pucos e caros, para que o custo do livro se tornasse melhor surgiram então copistas amadores que produziam as cópias em qualidades inferiores mas em contrapartidas em preços melhores. Com isso existiu o surgimento do papel "Chiffon"o custo desse material seria bem menor permitindo a extensão do livro feito por artesões para livro impresso.
Existia tambem o valor simbólico, feitos por homens de saber , que se preoculpava com a qualidade o papel, pois eles tinha um sentimento dos livros quase como um entesouramento, e gostariam de passar para suas decêndencia, então eles possuiam uma biblioteca particulares com poucos livros.
Existiam três tipos de bibliotecas: as princepescas, freqüentada pelos príncipes, e dos pontíficios, familiares dos soberanos e conselheiros políticos. As catedrais, mosteiros e de conventos, frequêntada por cônegos e frades. E tambem as bibliotecas mais modernas, que pertenciam aos colégios e universidades. Mas mesmo assim não aberto para o pùblico em geral existia uma certa resistência de seus proprietários.
O que começou a mudar foi a invensão da tipografia e imprensa, que foi uma das revoluções técnicas mais importante da história da humanidade, pois facilitou a demanda de livros com rapidez, quantidade e circulação de informações de todo o tipo. O público cultural se expandiu , mas antes de 1500, não se percebeu modificações nas proporções das bibliotecas.
Na idade média o acesso aos livros eram muito dificil porque eles custavam caros, eram feitos de pergaminhos de peles e seus material era oneroso,com isso surgiram os copistas, artesões profissionais que se deniminavam "escribas".Eles eram pucos e caros, para que o custo do livro se tornasse melhor surgiram então copistas amadores que produziam as cópias em qualidades inferiores mas em contrapartidas em preços melhores. Com isso existiu o surgimento do papel "Chiffon"o custo desse material seria bem menor permitindo a extensão do livro feito por artesões para livro impresso.
Existia tambem o valor simbólico, feitos por homens de saber , que se preoculpava com a qualidade o papel, pois eles tinha um sentimento dos livros quase como um entesouramento, e gostariam de passar para suas decêndencia, então eles possuiam uma biblioteca particulares com poucos livros.
Existiam três tipos de bibliotecas: as princepescas, freqüentada pelos príncipes, e dos pontíficios, familiares dos soberanos e conselheiros políticos. As catedrais, mosteiros e de conventos, frequêntada por cônegos e frades. E tambem as bibliotecas mais modernas, que pertenciam aos colégios e universidades. Mas mesmo assim não aberto para o pùblico em geral existia uma certa resistência de seus proprietários.
O que começou a mudar foi a invensão da tipografia e imprensa, que foi uma das revoluções técnicas mais importante da história da humanidade, pois facilitou a demanda de livros com rapidez, quantidade e circulação de informações de todo o tipo. O público cultural se expandiu , mas antes de 1500, não se percebeu modificações nas proporções das bibliotecas.