quinta-feira, 18 de março de 2010

Escrever, de Raquel de Queiroz

Eu entendo quando a autora discorda ao dizer que quando a pessoa escreve excepcionalmente, para muitos, é considerado um escritor. Um espécie de dom para a pessoa  que nasceu para escrever e quem gosta de escrever mas não consegue, sem  a tal inspiração, pode-se considerar derrotado.
  A autora acredita que quando os pais são simples intelectualmente a comparação do filho como um bom escritor é incentivada , mas quando os pais são de um nível cultural maior, ou seja mais letrado, o nível de exirgência aumenta muito para o  filho ser considerado  um bom escritor, ele têm que a todo o tempo provar sua capacidade e provar suas coerência no texto escrito.
 Os pais devem incentivar a leitura  dos filhos desde cedo e saber a opinião de todos em casa a respeito do texto lido, ou seja, a criança têm mais liberdade de expor suas idéias, e ir treinando com supervisão de um professor a sua escrita, o seu contexto, suas idéias . Ela diz também que para escrever tem que haver dom, não concordo por partes, existêm pessoas que tem o dom e não gosta, mas existe pessoas que gosta demais e não sabe trabalhar com as palavras. Ela diz também que oradores nem sempre são bons escritores, concordo, hoje eu tenho muito mais facilidade para escrever,  mesmo com o famoso ´´ erros de concordâncias e acentuação`` , do que falar em público. Todas as pessoas deveriam escrever e falar em público como uma forma de treino, porque em algum momento em sua vida acabará tendo que usar.

Entrevista com João Cabral

                 Nessa entrevita , o autor João Cabral, defende a idéia de que não precisa apenas de inspiração para que se possa escrever, um texto um poema, qualquer obra. De uma certa forma precisa mesmo é de prática.
                Como já foi dito, o autor não valoriza a inspiração e nem o dom, ele defende que todos irão ler da mesma maneira e cada qual interpretar o texto do seu jeito. Ele espera que sua obra seja lida o mais racional possivel, mas nem sempre é isso que acontece, o leitor lê , compreende e assimila. Por isso existem livrros que precisam ser lidos  várias vezes para que sejam melhor compreendido, existem pessoas que assimilam rápido outras não. Esta dificuldade  de compreensão as  vezes do texto escrita, para o autor, seria  a falta de hábito de leitura, depende muito de como o texto é lido e absorvido.
                 Eu me enquadro na pouca assimilação, depedendo muito do texto escrito. Acredito que ter um hábito saudável de leitura ajuda muito. Não acho que sou uma leitora padrão, ou seja, nem muito e nem pouco interessada. Apenas leio o que gosto e nem sempre isso ajuda.

Catar Feijão , de João Cabral Melo

Catar feijão, um momento em que a mente flutua igualmente ao boiar de feijões, muitas coisas passam pela mente , muitos planos, muitas tristezas, alguns projetos, algumas probabilidades.... Mas de repente , voltamos para a realidade dos fatos, então eu concordo com jogar os grãos na agua para alguidar ( vaso de barro em forma de tronco de cone invertido para o uso domestico) , ou seja as palavras são sempre jogadas de forma a flutuar, e compreendida como forma de interesse, depedendo sempre de quem as querem absorver.
Gostei do texto , me vi um pouco nele, o jogar os feijões na agua é mesmo que jogar uma ideia , que nem sempre é compreendida, muitas vezes é mal compreendida , grãos imastigaveis ou indigesto até quase quebrar o dente, ou seja , não havendo aceitação, mas no final açula a atenção, é mesmo que numa leitura sem interesse acaba tento uma boa absorção.